Triste.
Se eu estou assim, imaginem Viviane.
Perdeu o filho, que nem nascera ainda, em um acidente de moto.
Mesmo sendo adolescente, Viviane estava se transformando em uma mãe responsável e preocupada com o futuro do filho.
Afinal, Viviane estava parando de fumar, pensava numa poupança para o filho, comprava fraldas e roupas, imaginava nomes e sobrenomes.
E agora?
Diante toda esta tragédia, o que pensa Viviane? O que pensa Jairo, o seu marido?
Será que terão forças para tirar desta tragédia alguma lição? Esta lição existe?
Para algumas pessoas Deus escreve certo por linhas tortas.
Mas que linhas tortas são estas que privam a mãe de um filho?
Isto me deixa pensativo.
Isto me deixa triste.
Imaginem, agora, Viviane.
Viviane e Jairo, que Deus sempre proteja vocês.
1 hora atrás

1 comentários:
João,
Posso dizer dos sentimentos de uma mãe que perde o seu filho...
Felizmente não perdi o meu, mas foi por pouco que não nos perdemos na gravidez...
Essa dor não tem nome, não tem tamanho, não tem finalidade ou qualquer explicação!
Existe um conforto que é metafísico, é da religião mesmo, "religare", buscar em algo superior que depende exclusivamente da fé...
Palavras são vãs e incapazes de dizer algo que abrande essa ausência...
à Viviane, força e coragem...
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